quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Bike parada também dá manutenção

Buenas Amigos,

Depois de tanto tempo resolvi escrever este post, não apenas para ter uma publicação no final do ano, mas também para falar de uma coisa que ninguém imagina que é a seguinte: Bike parada também dá manutenção.

Hoje em dia, com a evolução dos equipamentos, determinadas peças da bike necessitam de uma avaliação periódica, seja por uso ou por tempo. Ou seja, não pense que guardar a bike limpinha e regulada por meses não vai precisar de uma nova revisão antes de voltar à utilização.

Precisa avaliar as condições dos pneus se estão ressecados ou com pontos de falhas nas laterias, as câmaras se estão com sua elasticidade em dia e condição das rodas, seus raios e cubos. 
Por tempo ou quilometragem é bom revisar...
Os freios, temos que observar as sapatas/pastilhas, seja qual tipo ele for. Para os mecânicos, verificar os cabos e se for hidráulico rever o conteúdo se ainda tem uso.

A relação de marchas, ver as condições dos cabos de câmbios e lubrificação de todo o conjunto, bem como movimento central e caixa de direção.

A mesa cheia de barro...quem explica isso?
Avaliar a condição da corrente também é importante para manter a integridade do grupo (Pedivela e K7) e assim evitar o desgaste desnecessário desses componentes, afinal, o custo de uma corrente nova é quase 10% do custo desses grupos quando desgastados.

Depois de alguns (5) meses parada, ela foi pra revisão

Outro elemento que é extremamente importante fazer manutenção é a suspensão, que compõe 40% do valor de toda a bike. OU seja, vale muito mais a pena fazer a manutenção preventiva do que perdê-la totalmente e ter que comprar outra.

Lembro que a suspensão deve ser revisada após X de quilometragem ou Y de tempo, esses valores exatos podem ser identificado no site oficial da fabricante.

Quanto mais evoluído tecnologicamente for seu aparato esportivo, maior será a necessidade de revisão devido sua utilização...(assim espero!). 

Assim, sempre antes de sair pra girar, faça essas avaliações e, caso necessite, encaminhe sua bike para sua loja de confiança para revisão.

Bom, essa é minha dica.

Até a próxima!!!

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Caad 8 6 e minhas impressões

Buenas Amigos!

Felizmente estou melhor e hoje realizei meu quarto pedal sem ser no rolo. Foram dois de MTB, um leve e outro pesado para testar e dois de Speed, onde, um só giro no plano e outro em treino de escalada, realizado no local que chamamos de Sumaré, situado no Parque Nacional da Floresta da Tijuca, um dos locais mais agradáveis pra se pedalar no rio. Longe da loucura do trânsito e das normalidades de cidade grande.

Apesar da manhã chuvosa, decidi com a road, Cannondale Caad8 6, muitos números né? O motivo não sei, mas sei que de acordo com o último número os grupos variam entre 105, Tiagra, Sora e Claris.

Segundo a Cannondale a Caad8  recebeu o DNA competitivo da Caad10 mas com uma condução confortável.
Ainda na caixa
O tamanho da minha CAAD é 54 e como puderam ver no post anterior, o Grupo que compõe a minga Road é o Tiagra e apenas com o pedal de hoje pude ter base pra dizer. A mudança não é tão suave mas é precisa e mesmo nos momentos críticos ele fez bem o trabalho tanto subindo quanto descendo marcha. Lembro que não realizei qualquer ajuste, ou seja, a regulagem está como veio de fábrica e desde Agosto, mês que ela chegou, tenho utilizado em treinos esporádicos no rolo.
com regulagem de fábrica
O sistema BB30, que integra os grupos 105 e Tiagra, do pedivela realmente faz uma diferença, por ser mais rígido a transferência de força na pedalada lança a bike a cada giro. Posso parafrasear o Miura "a bike pede pra pedalar".
Sistema Hollowtech BB30
Não posso falar sobre os pneus e freios, pelo fato de ter chovido a manhã toda e ser perigoso realizar as descidas como de costume. Mesmo assim, percebi que os freios C4 da Cannondale em conjunto com as manetes Tiagra não cansaram as mãos durante os 13km de descida.

SCHWALBE LUGANO 700X23C


Ferradura C4

O selim Cannondale Stage Ergo é extremamente confortável e não incomoda mesmo após 5hs de pedal. Porém, na montagem, tive uma certa dificuldade de ajustar a inclinação do selim de acordo com meu fit, mas nada que um pouco de paciência não resolvesse.

Não tenho como comparar esta CAAD com a Allez por diversos fatores, quadros em tamanhos diferentes, grupos distintos. Ou seja, a CAAD é melhor montada e no tamanho que me favorece.

Estou bem satisfeito com a aquisição, pena que ela saiu de linha em 2016 que está sendo substituída pela linha Optima, vendido no Brasil apenas nas versões Claris e Sora...agora no site internacional tem todos os grupos:105 Disc, 105, Tiagra, Claris e Sora. Vai entender!!!

Então, Vamo-que-vamo!

Até
Sumaré pós chuva

CAAD 8 6 - Estrada na Veia




Bicicleta Cannondale Caad 8 6 Tiagra 

A Caad 8 tem partes da geometria de corrida comprovada, assim como as Caad 10, apenas um pouco mais alto para uma posição de condução mais relaxada. Acabamento da solda lisa, marca registrada da cannondale, uma tecnologia de dupla solda suave em pontos fracos encontrados no quadro, eliminando o estress permitindo construir quadros mais fortes e amo mesmo tempo leve. 

Especificações: 
Quadro: Cannondale Caad 8, aluminio AL-6061 

Garfo: Cannondale Ultra carbono, 1-1 / 8 " 

Pedivela: FSA Omega BB30, coroas 50/34 dentes 

Trocadores: Shimano Tiagra 4600 

Cassete: Shimano Tiagra 4600, 12-28 dentes, 10 velocidades 

Corrente: Shimano Tiagra, 10 velocidades 

Câmbio dianteiro: Shimano Tiagra 4600, 31,8 abraçadeira 

Câmbio traseiro: Shimano Tiagra 4600 (1
2,13,14,15,17,19,21,23,25,28)

Aros: Maddux RS 3.0, 32 furos 

Cubos: Formula, RB-51 frente, RB-52 traseira 

Pneus: Schwalbe Lugano, 700x25c 

Freios: Cannondale C4, dual pivot 

Guidão: Cannondale C4 Compact, AL-6061 

Mesa: Cannondale C4, 31,8, 6 graus. 

Fita de guidão: Cannondale Bar Tape Gel, 2,5 milímetros 

Selim: Cannondale Stage Ergo 

Canote: Cannondale C4, Liga, 27.2mmx300mm


Já passo minhas impressões sobre ela.

Até! 

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Departamento Médico, atualizações.

Buenas Amigos,

Já se passaram seis meses de tratamento, muitas consultas ao Ortopedista para reavaliações, Neuro para descartar de vez a necessidade de cirurgia, incontáveis sessões de Fisioterapia, auriculoterapia, acupuntura e massagens, sessões de Osteopatia e por fim RPG.

Falando da dor, posso dizer que foram dias dias ruins, dias péssimos que com o tempo passaram a ser apenas dias razoáveis.

As vezes, sentia que o tratamento estava dando resultado e outras vezes parecia regredir. Mas de certa forma, a melhora acontecia e está acontecendo na medida que o corpo responde aos estímulos.
Não tomo medicação desde Junho, salvo nos dias críticos, e confesso que esses dias estão sendo menos frequentes mas eles existem.

A passos lentos, minha recuperação vêm acontecendo e complementado o conjunto multidisciplinar do tratamento, entrei com um treinamento para o fortalecimento muscular da região afetada.

Ainda não estou 100% mas já voltei a dar meus giros ao ar livre moderadamente:
Dia 02/11/2016
Dia 05/11/2016

Até!